sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Interessante!

Interessante!

Todos buscam de alguma forma tocar em uma ferida que só você mesmo sente...
Ao invés de todos se preocuparem com as suas...

Eu sei perfeitamente de todas as ações que venho comentendo, e sei perfeitamente o quanto eu tenho que estar preparado para tudo nesta vida.

Eu sou ser humano e passivo de erros, e sei perfeitamente o quanto tenho que melhorar a minha postura e as minhas atitudes.

Quando for querer alguma opinião sobre meus atos, eu sei aonde recorrer e não preciso de alguém com muita espontaniedade o bastante para apontar as minhas qualidades ou defeitos.

Quando der a liberdade de alguém entrar na minha vida, com certeza eu vou dar ouvidos e minha cara para bater.

Pense antes nas suas qualidades e defeitos antes de apontar os defeitos dos demais. Pode ser que na sua lata de lixo tenha mais sujeira  e seja  muito pior que minha... Sorry!!!

(Não se arrependa de nada...Só se arrependa do que você deixou de fazer...)

2 comentários:

  1. William Shakespeare
    Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
    Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. E você aprende que realmente pode suportar...
    que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
    E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida.

    Walt whitman
    A TERRÍVEL DÚVIDA DAS APARÊNCIAS

    Da terrível dúvida das aparências,
    da incerteza afinal de que possamos estar iludidos,
    de que talvez a confiança e a esperança não sejam afinal senão especulações,
    de que talvez a identidade para além do túmulo seja apenas uma linda fábula,
    de que talvez as coisas que observo, os animais, plantas, homens, colinas, águas brilhantes a fluir,
    o céu do dia e da noite, cores, densidades, formas, talvez tudo seja (como sem dúvida é) apenas aparições, e a coisa real ainda esteja por conhecer
    (quão frequentemente se desligam de si mesmas como se para me confundir e zombar de mim!
    quão frequentemente penso que não sei nem homem nenhum sabe nada a respeito delas),
    talvez me parecendo aquilo que são (como sem dúvida parecem) no meu presente ponto de vista e podendo revelar-se depois (como naturalmente poderiam) como não sendo nada daquilo que parecem, ou nada enfim, a partir de pontos de vista totalmente diferentes;
    para mim essas e outras questões semelhantes são de algum modo respondidas pelos meus amantes, meus queridos amigos,
    quando o ar sutil, o impalpável, o sentido que as palavras e a razão não detêm, nos cercam e nos perpassam,
    então me sinto invadir por uma sabedoria indizível, inaudita, e fico em silêncio, e não me falta mais nada,
    não posso resolver a questão das aparências ou a da identidade para além do túmulo,
    mas caminho ou me sento, indiferente, e estou satisfeito;

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  2. Entendo mas não comprrendo...
    Sorry!!!

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